RUMO promete estudo de projetos em reunião remota com a UEPP

 

 

 

Agendada na véspera, a concessionária Rumo convidou a UEPP (União das Entidades de Presidente Prudente e Região) para uma reunião remota na manhã desta terça-feira (30/06). A cada seis meses, a Rumo tem que realizar reuniões conforme exigência de TAC do Ministério Público Estadual.

 

 

Participaram pela Rumo, Eudis Furtado (diretor comercial), Diogo Velloso (gerente comercial), Bruno Madalena e  Marcelo Arthur Fiedler (responsáveis pelas relações governamentais da empresa); pela UEPP, Marcelo Fritschy, Itamar Alves Junior, Rodrigo Romão e Marcos Lucas (participante, representando a Aviesp).

 

 

O diretor comercial Eudis Furtado iniciou destacando a assinatura de contrato de renovação da concessão da malha paulista, ocorrida em maio de 2020, onde uma das obrigações é a reativação do trecho de Panorama x Tupã, conectando São Carlos até o Porto de Santos. Segundo, a funcionalidade do trecho será cumprido até 2024, cujos trabalhos iniciam em 2021, com estudo, compra de material e execução de obra. Prudente não faz parte deste projeto, pois está inserida na malha sul.

 

 

Na última reunião, em dezembro de 2019, a UEPP entregou duas propostas para a RUMO: implantação de um ramal ferroviário de bitola larga entre a Parapuã (trecho do ramal de Jaú) até Presidente Prudente ou a recuperação do trecho de Regente Feijó x Prudente x Álvares Machado; e instalação de transporte em VLT (Veículo Leve Sobre Trilhos e Trem Turístico) entre o perímetro urbano de Pres. Prudente e ligação entre Prudente x Regente Feijó x Álvares Machado.

 

 

Eudis frisou que é preciso ser feito um estudo de engenharia para viabilidade da implantação do ramal sugerido. “A partir do estudo, pode ser feito um investimento; se será short line ou operação direta; mas não é algo simples de conseguir no ponto de vista regulatório”, disse.

 

 

Bruno Madalena disse que na vigência do contrato, não está previsto que a concessionária tenha autorização de fazer transporte de passageiro (VTL) e, por isso, é preciso que a iniciativa seja das prefeituras. “Necessariamente, a RUMO não precisa ser a operadora, mas podemos fazer um estudo simulação em busca de investidores, como fluxo de passageiros que se deslocam e valor de passagem, por exemplo”, complementou Furtado.

 

 

Conforme o presidente da UEPP, Marcelo Fristchy, o avanço da reunião foi a garantia de apresentar valores compatíveis, pois sobre os demais projetos, já tinham sido discutidos em dezembro passado.

 

 

Sendo assim, os compromissos firmados pela RUMO e que serão apresentados nas próximas semanas foram: prazos para estudo para inserção do ramal Parapuã x Prudente e VLT; e apresentação de  preços compatíveis para captação de tonelada/carga de grão e açúcar com saídas de estradas de ferro de Maringá, Londrina e Rolândia com desembarque ao porto de Paranaguá, e Jaú ao porto de Santos.

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